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domingo, 24 de março de 2019

Eu vi: Capitã Marvel

  No dia 7 de março estreou nos cinemas brasileiros o 21º filme da Marvel Studios, Capitã Marvel. O mesmo conta a história de Carol Danvers (interpretada magnificamente por Brie Larson), uma piloto da força aérea americana que acaba se envolvendo no meio de uma guerra espacial entre duas raças alienígenas. Adicione uma pitada de rejuvenescimento para um Nick Fury (Samuel L. Jackson muito à vontade no papel), uma aparição rápida de Coulson (Clark Gregg, que manda muito bem em Agentes da Shield) e está feito o mais novo sucesso do Universo Cinematográfico da Marvel.

  Mas segura esse andor que o santo ainda é de barro.


sábado, 5 de julho de 2014

Resenha da Antologia "Super-Heróis"

Capa da Antologia
Este ano a  Editora Draco lançou uma coletânea de contos intitulada "Super-Heróis", ao qual eu tive a honra de participar.

  A antologia reúne contos de quatorze autores, com a temática dos heróis de quadrinhos, desde que os mesmos tivesse uma característica lusófona: os contos e seus heróis deveriam ser brasileiros ou portugueses, ter uma ambientação "abrasileirada", vamos por assim dizer. Não é a primeira vez que os quadrinhos atingem outro nicho - o cinema está aí pra provar. O mais recente é a republicação da série Cartas Selvagens, de George R.R. Martin, aquele mesmo de Guerra dos Tronos.
Você deve achar estranho que um dos autores esteja fazendo a resenha de um livro ao qual participa mas, assim como todas as antologias da editora, não tive acesso a nenhum conto antes da publicação do livro, portanto o faço como mero leitor. Nem todos os contos me agradaram, mas alguns, com certeza, chamaram bastante a atenção e você vai notar que a antologia merece a leitura.
  Um ponto interessante desta edição são os desenhos introdutórios antes de cada conto, representando o herói que irá aparecer. Todos em preto e branco, foram feitos e pintados à mão por Angelo de Cápua e são um show à parte.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

"Pagando por Sexo" - de Chester Brown

Capa da graphic novel
em sua edição em português
  "Chester Brown não é deste planeta.", diz a introdução de Robert Crumb nesta incrível graphic novel. E talvez não seja mesmo. No entanto, é um homem de coragem e muito bem convicto de suas opiniões. E não são opiniões vazias: são informações originadas em leituras inteligentes e baseadas na sua vida real.

  Pagando por Sexo é uma graphic novel que relata a vida do autor e seus relacionamentos com prostitutas até o final de 2003. Mais de que uma simples história, o livro traz relatos honestos sobre o envolvimento de Chester Brown com o sexo pago. Tudo começa quando o ele termina seu namoro. A partir daí, Chester passa a acreditar que o "amor romântico", como ele mesmo define, não existe. Passa então a utilizar-se do sexo pago, obtendo nele não só o prazer do ato, como também companhia afetiva com vários tipos de mulheres.

 
Os desenhos são simplistas, em preto e branco. E talvez por isso funcione tão bem. Logo no prefácio, Chester deixa claro que não exibiria o rosto ou detalhes que identificassem as protitutas (todas são retratadas como morenas, embora o autor afirme que algumas delas eram loiras, por exemplo). Não é uma história pornográfica, uma vez que este não é o objetivo do autor, mas eu não deixaria o livro cair nas mãos de uma criança, pois existem muitas cenas de sexo e alguns palavrões.

  No final do livro há vários apêndices onde o autor esmiuça cada aspecto da prostituição, expondo seus argumentos de forma ainda mais clara. Embora não concorde com alguns deles (como por exemplo, a opinião dele em dizer que o casamento é uma instituição maléfica), é possível ver na obra todo um debate saudável acerca do assunto. E ainda há notas, que explicam alguns quadrinhos onde a opinião de alguns personagens presentes é importante.

  Pagando por Sexo é uma graphic novel excelente. Mesmo que você não concorde com as opiniões de Chester, o livro agrega bastante conteúdo, seja artístico ou político. É uma diversão garantida, daquelas que vão fazer você refletir bastante. Sozinho ou acompanhado.

sábado, 7 de julho de 2012

Eu vi: O Espetacular Homem-Aranha

  Em 2007 era lançado no cinema "Homem-Aranha 3". Não faz muito tempo, se você pensar. Então por que diabos, cinco anos depois, lançar um novo filme do Homem-Aranha? Vamos novamente voltar no tempo láááá na década de 90, quando a Marvel estava falindo e entrando em concordata.
  Para conseguir uma grana e pagar suas contas, a Marvel entrou em vários acordos comerciais que incluía a venda de direitos para o cinema de vários de seus personagens, incluindo entre eles o Homem-Aranha, que foi parar na Sony. Eu não me recordo exatamente dos termos que vieram a público, mas se eu não me engano, caso nada fosse produzido pelo estúdio num prazo de alguns anos, os direitos voltavam para a Marvel. E como os três últimos filmes foram rentáveis, então duvido que a Sony abandone o personagem tão cedo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Eu vi: Capitão América - O Primeiro Vingador

Ficha Técnica:
Chris Evans: Capitão América/Steve Rogers
Hayley Atwell: Peggy Carter
Sebastian Stan: James Buchanan 'Bucky' Barnes
Tommy Lee Jones: Coronel Chester Phillips
Hugo Weaving: Johann Schmidt/Caveira Vermelha
Dominic Cooper: Howard Stark
Direção de Joe Johnston, com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.
Trilha Sonora de Alan Silvestri.



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Turma da Mônica Jovem nº 34 - Quer namorar comigo?

  Dias atrás eu vi um link com a capa da edição 34 da Turma da Mônica Jovem. Como você pode ver abaixo, tratava-se do Cebolinha e a Mônica finalmente assumindo o namoro que todos esperavam. Minha primeira reação foi "estou diante de um caça-níqueis". Pra quem não sabe, caça-níquel é um termo dado a algumas revistas (e as vezes a alguns outros tipos de mídias) feitos exclusivamente para arrecadar sem dó nem piedade o dinheiro dos fãs. São aquelas revistas com capas chamativas, com nomes de artistas famosos e citando acontecimentos memoráveis e quando você adquire, percebe que não era essa Coca-Cola toda.